O Governo da Bahia instalou, nesta terça-feira (28/4), a nova composição do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Codes) para o biênio 2026–2027. A solenidade de posse dos novos conselheiros contou com a presença do vice-governador Geraldo Júnior e de outras autoridades. A Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF) também esteve presente e foi novamente empossada como membro do Conselho.
Com a nova formação, a gestão estadual reforça a aposta no diálogo social qualificado e no monitoramento contínuo das políticas públicas como pilares estratégicos para o alcance das metas do Plano de Desenvolvimento Integrado (PDI Bahia 2050).
“Com isso, cresce a influência da ABAF que mantém representações em mais de 45 conselhos e importantes fóruns ambientais, econômicos e sociais a nível regional, estadual e nacional. A ABAF tem como meta primeira contribuir para que o setor que representa se desenvolva sobre bases que respeitem os preceitos do ESG. Para isso, atua para além da própria cadeia produtiva e dialoga com as comunidades direta ou indiretamente influenciadas pela atividade de base florestal, com a sociedade civil organizada, com a academia, com os Governos e parlamentares para sedimentar os alicerces para um crescimento ordenado e virtuoso”, explica o diretor-executivo da ABAF, Wilson Andrade.
“Essa nova composição do Codes representa um exemplo claro de diálogo e escuta ativa da sociedade civil, reunindo diferentes setores para fortalecer as políticas públicas na Bahia. São 45 conselheiros e conselheiras contribuindo com esse processo coletivo. Com esse esforço conjunto, seguimos avançando em áreas essenciais como habitação, saúde, educação e infraestrutura, alinhados ao projeto de desenvolvimento do nosso estado”, afirmou o vice-governador, Geraldo Júnior.
Durante o evento, também foram formalizados os Fóruns Regionais do Codes, iniciativa que busca territorializar as ações do conselho e garantir que o planejamento estratégico alcance todas as regiões do estado, com ampliação e qualificação do diálogo social. A nova composição reúne 45 representantes de diferentes segmentos da sociedade baiana, incluindo especialistas, lideranças empresariais, acadêmicas, trabalhistas e de movimentos sociais. A proposta é assegurar que os debates sobre políticas públicas ocorram de forma participativa e alinhada às demandas reais dos territórios.
O secretário executivo do Codes, Jonas Paulo Neres, destacou que o principal foco do conselho é ampliar o diálogo entre o governo e a sociedade na construção das estratégias de desenvolvimento da Bahia. “Estamos tratando desde grandes obras de infraestrutura e logística, como ferrovias, portos e aeroportos, até ações voltadas à qualificação profissional, agricultura familiar, agroindústrias, educação e saúde.
Além da atuação na capital, o Codes contará com fóruns regionais em municípios como Feira de Santana, Barreiras e Juazeiro. A proposta é descentralizar o debate e garantir que o planejamento estratégico contemple as especificidades de cada região, promovendo um desenvolvimento mais equilibrado em todo o estado.
Participações ABAF - Entre as representatividades da ABAF, destaque ainda para o Conselho Deliberativo da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), Câmara da Silvicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rede de Biodiversidade e Florestas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Câmara Setorial de Florestas Plantadas do Ministério da Agricultura (Mapa), Grupo Gestor Estadual do Plano ABC/Bahia (Seagri), Fórum Florestal do Sul e Extremo Sul da Bahia, Conselho de Proteção Ambiental do Estado da Bahia (Cepram), Conselho Estadual de Recursos Hídricos (Conerh), entre tantos outros.
Criada em 2004, a ABAF representa as empresas de base florestal do estado, assim como os seus fornecedores. “A força da ABAF, porém, vem da participação das empresas associadas e, também, das associações regionais em cada polo produtor do estado que, por sua vez, representam e congregam produtores individuais. Da mesma forma, a ABAF em sintonia e integração com as demais estaduais, fortalecem a entidade nacional que é a Ibá”, completa Andrade.
O setor de base florestal produz e processa madeira para diversos setores que demandam madeira nos seus processos produtivos, a exemplo da construção civil, da indústria de papel e celulose, a metalúrgica, energia de biomassa, a secagem de grãos do agronegócio, madeira e móveis, entre outros. A madeira utilizada é plantada e é considerada uma matéria-prima renovável, reciclável e amigável ao meio ambiente, à biodiversidade e à vida humana.
(Com informações da Secom)












